Mostrando postagens com marcador Eliminatórias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eliminatórias. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

O futuro nos dirá



Desconfio que apesar de tudo o que vimos rolar no gramado do Maracanã e no quase céu boliviano, onde fica o estádio de El Alto, o sentimento do torcedor com relação à Seleção Brasileira não sofreu grandes alterações nessa reta final das Eliminatórias para a Copa. Imagino que alimente esse sentimento um misto de curiosidade, uma pitada leve de pendor cívico, tudo isso temperado com a paixão pelo futebol que habita em muitos desde sempre, apesar das dores e provações a que as paixões costumam nos condenar.  O jogo de terça contra a Bolívia foi uma provação. Teve um quê de castigo. A pergunta que me faço, às vezes, com certo receio da resposta, é a seguinte: e se Ancelotti não conseguir fazer a Seleção Brasileira jogar, quem seria capaz de dar conta de tão desafiadora missão ? 

E vejam que não estou pedindo títulos, nada disso. Imagino algo que possa ser definido como um resgate da respeitabilidade, um certo reconhecimento de que há ali um time de se admirar. Mas reconheço que essa minha modéstia de quereres é de complexa execução porque conseguir isso sem levantar uma taça exige certa boa vontade de quem interpreta o desenrolar da história.  Melhor seria ganhar uma Copa e pronto! Não há nada melhor para neutralizar a acidez dos críticos.  Deixo aqui até uma ideia para o caso de termos de pensar em um novo treinador. Que tal Lionel Scaloni? Esse professor de trajetória tão singular, que sem jamais ter comandado um clube sequer, foi capaz não só de fazer da Argentina campeã do mundo, mas de alguma forma ajudar a pavimentar o caminho para que Lionel Messi pudesse, enfim, tomar o lugar que lhe pertencia no futebol argentino e mundial. 

E antes que alguém passe a coçar a cabeça lendo estas linhas ao pensar que não temos um Messi, lhes digo que estou ciente disso. E concluo indo além na questão. Se vier a ser verdade o que se diz à boca pequena, que quem manda é o Messi, que os hermanos só chegaram onde chegaram porque quiseram jogar para ele e coisa e tal. Pois bem, então talvez more aí um motivo a mais para acreditar que Scaloni poderia nos ajudar, já que ele deve saber muito bem quem merece esse tipo de benesse, quem verdadeiramente é capaz de exercer tal papel. Mas o que eu sei é que as Eliminatórias ficaram para trás e, pela ótica grandiosa do tempo, talvez não tarde o dia em que seremos obrigados a apurar se os donos do jogo querem que Ancelotti continue, ou se terão de empreender a dura missão de substituí-lo. 

Por hora, nos devolverão o Brasileirão, com uma rodada que analisada friamente tem tudo pra ser mais desafiadora para o Palmeiras, que recebe o Internacional, do que para o Flamengo, que encara o antepenúltimo colocado, o Juventude, mas no sempre caloroso Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. Para um rubro-negro tão endinheirado e confessadamente obcecado pela conquista do principal torneio de futebol do país qualquer resultado que não seja a vitória soará mal. Não que o Palmeiras, no Allianz Parque, tenha mais opções. Não tem. Agora, mais espinhosa será a rodada para o Cruzeiro que,  talvez, munido da grande fase de Kaio Jorge, teima em se colocar entre rubro-negros e alviverdes e na segunda-feira irá fechar a rodada jogando em Salvador contra um Bahia que pareceu perder um pouco do fôlego diante do entusiasmado Mirassol. Bahia que ainda teve de dar conta das finais da Copa do Nordeste em meio à Data Fifa e ontem foi eliminado da Copa do Brasil.  

Já o Santos escreverá o segundo capítulo da era Vojvoda, fora de casa, enfrentando o Atlético Mineiro, que escreverá o primeiro da segunda era Sampaoli. E pensar que dias atrás as manchetes diziam que a volta do treinador argentino à Vila não se deu porque o time não conseguiria atender às exigências dele. E imagino que deviam ser mesmo cabeludas, porque o Santos que ele terá de enfrentar encerrou a janela de transferências contratando muito, apesar de ter no mercado a credibilidade aniquilada como fez questão de dizer o próprio executivo de futebol do time alvinegro. Mas não tem nada não, como diria Peninha, o futuro nos dirá tudo o caldo que deu a Seleção com Don Carlo no comando, e em que pé foi parar a credibilidade santista.  

quinta-feira, 4 de setembro de 2025

A seleção no Maraca

Foto:Gov. Estado do RJ- Divulgação


A noite desta quinta-feira pode deixar certos torcedores nostálgicos. E não é pra menos. Veremos a Seleção Brasileira se apresentar no Maracanã. Time e estádio perderam prestígio, mas não perderam a majestade. Será, quem sabe, uma noite pra não deixar dúvida de que nas mãos de Carlo Ancelottii a história pode mesmo ser escrita de um modo diferente. Talvez nem todos lembrem, porque é daquelas páginas que pedem pra ser esquecidas, que a última apresentação no templo chamadMário Filho foi um fiasco danado. Naquela noite, não bastasse a confusão que se estabeleceu no setor sul  - e acabou envolvendo os jogadores argentinos preocupados em defender compatriotas e familiares que estavam por lá - pela primeira vez na história das Eliminatórias o Brasil perdeu uma partida jogando em casa. 

E nem perdemos levando um gol de Messi, o que acabaria por ser mais aceitável. Fomos derrotados por um gol solitário marcado pelo zagueirão, Otamendi. Vejam vocês. Aquela noite, que teve o time brasileiro chamado de sem vergonha e olé entusiasmado vindo das arquibancadas quando os adversários teimavam em ficar com bola, só não soou mais terrível do que a passagem de Fernando Diniz pelo cargo. Ao se despedir, pouco depois, tinha se tornado o primeiro treinador a perder um jogo pelas Eliminatórias em casa, o primeiro a sofrer três derrotas seguidas no torneio e o primeiro a perder para a Colômbia nele. De quebra tinha colocado por terra uma invencibilidade de trinta e sete jogos do time brasileiro. 

Justiça seja feita, o castigo de Diniz, ainda que merecido, ganhou ares de tragédiaE, insistindo em fazer alguma justiça, a Colômbia andava jogando bola. O que não tem sido nem um pouco o caso dChile, lanterna das Eliminatórias e que chega ao Maracanã no dia de hoje carregando o fardo de ter sofrido até aqui uma dezena de derrotas. Secretamente, até Dom Carlo, homem tão curtido de grandes experiências futebolísticas, deu pistas de que irá sentir lhe correr pela espinha uma sensação diferente  na hora em que o túnel lhe entregar a visão de um Maracanã funcionando a todo vapor. Pode até, quem sabe, ter desenhado um time levando em conta todo esse contexto. Um time, não digo mais brasileiro, pois nesse quesito dessa vez se mostrou mais comedido, mas um escrete pra frente, para usar um termo que os que venham mesmo a ficar nostálgicos na noite de hoje vendo a bola rolar irão entender com facilidade. 

Um verniz de brasilidade que talvez se fizesse bem expresso na figura de kaio Jorge, que vem roubando a cena com a camisa do Cruzeiro e ocupa neste momento o posto de grande artilheiro do principal campeonato de futebol do país. Não basta ter quatro atacantes, é preciso ter alma. No mais, fico aqui tecendo suposições sobre como veremos a Seleção ocupar tão nobre palco. Intrigado sobre como Ancelotti resolverá a questão das laterais, que têm sido uma provação para muitas equipes. E imagino que a intrigante convocação do experiente e improvável, Douglas Santos, seja de alguma forma uma prova do quanto isso vem mexendo com a cabeça dos treinadores. Pois que jogue o fino se tiver a chance. 

A fragilidade do adversário sugere um jogo sem maiores complicações, mas costuma morar justamente aí a veia sobrenatural do bendito futebol. E é bom, diante da festa possível, não esquecer que a atribuladíssima história recente da CBF comprometeu todo o ciclo entre a última Copa e a que vem aí. Não faz muito tempo - corria o mês de março de 2022 - fechávamos as Eliminatórias, justamente diante do Chile, e no Maracanã, vencendo por quatro a zero e garantindo a vaga no Mundial do Qatar de maneira invicta. O que sugere que lá pra cá andamos para trás e e talvez explique  a razão do torcedor brasileiro andar desiludido. Mas, apesar de tudo, dessa opacidade que a falta de virtuosismo e de beleza depositam sobre a carcaça do nosso escrete, uma noite com Seleção Brasileira e com Maracanã ainda continua sendo diferente das outras.   

quinta-feira, 10 de outubro de 2024

A Seleção e o Santos



Hoje à noite a Seleção Brasileira estará em campo. Terá pela frente o vice lanterna das Eliminatórias, o Chile. Em outros tempos tal encontro talvez não despertasse maior preocupação, mas esse tempo passou. E como o embate se dará na capital chilena não foi incomum nas últimas horas dar de cara na crônica esportiva com prognósticos que pedem cautela. Que falam em jogo complicado. E não dá pra dizer que sejam comentários descabidos. Mesmo porque neste momento o honrado escrete nacional repousa na quinta colocação com o mesmo número de pontos da Venezuela. Mas a Venezuela, atentem, pode até dizer que anda fazendo boa campanha. A ver como se sai hoje diante da Argentina. 

Tudo depende do ponto de vista. Nos jogos anteriores o Brasil venceu o Equador, que está acima. Mas perdeu para o Paraguai, que está abaixo. Não é de hoje que a Seleção vem encolhendo treinadores, se é que me entendem. Dorival que se cuide porque, no popular, essa é uma Data Fifa pra sair da lama. Afinal, depois do vice lanterna teremos direito a um encontro com o lanterna Peru, que a depender dos resultados poderia sair dessa condição mas para isso amanhã teria de, pelo menos, vencer o Uruguai. A situação é tão esquisita que por mais que o torcedor se mostre descontente a cada convocação é difícil imaginar que os nomes mudem radicalmente. Boa parte dos que já deram a cara deve permanecer, mesmo com idas e vindas, até a próxima Copa do Mundo. 

E se tem uma coisa muito clara na minha opinião é que a Seleção não está dando liga. Há quem diga que não temos jogadores fora de série, não deixa de ser verdade, mas estou convencido de que com o que temos - e com alguma dose de magia - seria possível ir além. Quem sabe até resgatar um quinhão do respeito e da simpatia da nossa maltrata torcida. E por falar no humor da torcida, a do Santos deu outra azedada neste começo de semana. A euforia de um jogo que poderia levar o Peixe de volta à liderança da Série B desaguou em derrota para o Goiás. E já faz tempo a relação dos torcedores com o treinador santista tem sido uma questão. 

Carille visivelmente não vem aliviando. A torcida também não. Mas nunca repensar essa relação se fez tão necessário. E urgente! No sábado, quando o Santos voltar à Vila Belmiro para receber o Mirassol, candidatíssimo a uma das vagas, nada será mais sábio do que apoiar o time.  E que já preparem os ânimos porque será inocência esperar um time de encher o solhos. No máximo um time fazendo uma apresentação acima da média parece plausível. E Carille, que andou dizendo que o clima que encontra nas ruas é diferente daquele que tem sentido nas arquibancadas precisa perceber o óbvio: não são os que ficam pela rua que se encarregam de dar o tom no estádio. 

Ah, e que o comandante santista tenha a sensibilidade de perceber que nessa reta final de campeonato voltar a não dar as caras em uma coletiva pós-jogo seria algo muito inadequado.  Maus exemplos nesse sentido andam fartos por aí. E certas reponsabilidades são intransferíveis. É absolutamente compreensível que, do alto de toda experiência que adquiriu, Carille não queira mais engolir sapos ou fazer média. Que se mostre muito seguro a respeito do que pensa e faz. Mas flertar com a antipatia jamais será boa tática. E, além do mais, voltar à elite do futebol brasileiro é algo que parece encaminhado, jamais garantido. 

quinta-feira, 19 de maio de 2022

A seleção resumida



Sabe-se lá à quantas anda o humor do nobre leitor com a nossa seleção. Não sei, mas posso imaginar. Sobretudo o interesse. Não foram poucas as vezes em que escutei gente dizer por aí o seguinte: não gosto de seleção, gosto de Copa do Mundo. Acho que vem a calhar essa lembrança, em especial, porque a sensação que tenho é a de que cada vez mais a seleção parece se resumir a isso. Vou além, aposto que não será difícil buscar na memória recordações de velhas matérias jornalísticas citando o fato de que mesmo tão perto do início dos últimos Mundiais nosso país ainda não tivesse entrado no clima. O que, lembro bem, se deu na última Copa realizada aqui no nosso país. 

Alguns podem não entender esse estranhamento. Aos mais novos digo que sou de um tempo em que não se tinha como levantar uma questão assim porque bem antes de a bola rolar as ruas já estavam todas pintadas coisa e tal. Os jingles feitos pra ocasião já tinham entrado na nossa cabeça pra não sair nunca mais. E se digo, meio cruelmente, que hoje a seleção se resume a isso é porque foi-se o tempo em que as Eliminatórias davam algum barato. Exceção feita, talvez, a um Brasil e Argentina, ou Uruguai. E olhe lá. Se a Copa que se avizinha fosse, digamos normal, a essa hora estaríamos quase no embalo do ponta pé inicial. 



Mas as peculiaridades do país anfitrião farão com que o momento se dê quando o mês de novembro estiver já na sua segunda quinzena e os Papais Noéis junto com as luzes de Natal já tiverem entrando em cena. Algum iluminado pode vir a ter a ideia de vestir o bom velhinho de verde e amarelo. Logo ele, tradicionalmente vermelho num país em que o tom scarlate virou um pouco a antítese do verde e amarelo. O que me faz pensar que não é má ideia dessa vez pedir a ele que nosso Brasilzão chegue inteiro até lá. Pois infelizmente somos obrigados a reconhecer que mais difícil do que voltar a vencer uma Copa será ter direito a uma eleição tranquila, respeitosa, civilizada, sem gente que insista em derramar sobre ela tons incendiários. 

Mas voltemos ao tema, mais ameno e menos indigesto. Como a última convocação foi feita com antecedência não duvido que hoje mesmo, ou nos próximos dias estas páginas tragam  a notícia de que por causa de certas questões esse ou aquele convocado tenha dado lugar a outro. Ainda que não imagine que isso venha a alterar em nada a paciência ou a simpatia do torcedor pela nossa seleção. Não acho que Danilo vá a Copa.  E não estou dizendo que não mereça. Chego a achar até discutível que se chame a essa altura alguém pra não levar. Pensaria diferente se achasse que Tite pode, faltando tão pouco tempo, incluir alguém nessa barca. 

Tite, que não custa lembrar,  teve todo o tempo possível, o tempo que quase ninguém teve. Um ciclo inteiro para pensar, para trabalhar. Mas não deve nos espantar se não trouxer o caneco porque não é de hoje que é só na Copa que o escrete nacional acaba dando de cara com o futebol em sua totalidade. Não esse praticamente resumido à América do Sul. Onde nossa hegemonia tem acabado por se revelar inútil.  Mas não fará mal algum, se interessando ou não pela seleção, que o torcedor ponha na cabeça - e já pôde constatar isso - que nem mesmo um triunfo mundial no Qatar será capaz de fazer do nosso futebol o que ele foi um dia. Como foi a paixão pela seleção. 

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Diga lá: Brasil x Argentina!


Hoje à noite tem um Brasil e Argentina à vera. É daqueles jogos cuja sonoridade dos nomes envolvidos, mesmo quando ditos apenas mentalmente, basta pra deixar transparecer seu tamanho. O encontro será no Mineirão onde pouco mais de dois anos atrás os alemães nos fizeram ver o quanto nosso futebol e nossos selecionáveis estavam vulneráveis. Imagino que alguém tenha resolvido dar um basta na situação ciente de que um dia a seleção precisaria voltar lá. Talvez até tenha sido ideia de Tite, apresentado dois dias antes da confirmação do jogo no estádio mineiro. 

Mas, seja qual for o enredo que venha a se desenhar por lá na noite de hoje, não terá o poder de livrar a seleção brasileira do que viveu ali. Sinto dizer mas aquilo é pra sempre, e q qualquer discurso no sentido contrário falso. Será também o encontro de dois técnicos em início de trabalho.Tite ao debutar no comando do time brasileiro contou com um Gabriel Jesus inspirado e de lá pra cá não perdeu o embalo. E que embalo, em quatro jogos fez de um Brasil sexto colocado o líder das Eliminatórias.

Não que Edgardo Bauza, o atual técnico argentino, contratado menos de dois meses depois, tenha começado mal quando recebeu o Uruguai, em Mendonza. Outro clássico daqueles ao qual basta sentir a sonoridade dos nomes. Messi estava de volta depois do penalti perdido na Copa América, do vice-campeonato diante do Chile e, num daqueles dias, se encarregou de fazer o gol que deu a vitória e a liderança das Eliminatórias ao time argentino. Mas no futebol as coisas mudam rápido, algo que não devemos deixar de ter em mente mesmo quando o Brasil dá pinta de ter encontrado um rumo. Prova disso é que de lá pra cá a Argentina não venceu mais.

Empatou com a Venezula fora de casa e também fora de casa repetiu o placar de dois a dois diante do Peru. Nesse jogo esteve duas vezes em vantagem, mas viu Cueva - esse mesmo, do São Paulo, que acaba de fazer um belo clássico contra o Corinthians - aos trinta e oito do segundo tempo, de penalti, marcar o segundo gol peruano. Guerrero tinha feito o primeiro. Para completar, na última rodada a Argentina perdeu em casa para o Paraguai. Por essas e outras desembarcaram aqui fora da zona de classificação para a proxima Copa do Mundo, amargando uma nada brilhante sexta posição e tendo de ouvir a torcida se perguntar se a classificação para a Copa virá, isso dois meses após ter batido o Uruguai e assumido a liderança. Algo muito parecido com o que vivíamos antes da chegada de Tite.

Mas Bauza não perdeu a pose, andou dizendo pra quem quisesse ouvir que trabalha pra ser campeão do mundo e que vem ao Brasil pra vencer. Fez questão de justificar a afirmação lembrando aos interessados que o trabalho dele não faria sentido se não acreditasse que pode dar conta disso. Coincidência, ou não, Messi não participou dos últimos três jogos da Argentina, mas estará de volta hoje. 

Ainda assim se o discurso de Bauza soa um tanto pretensioso, pretensiosa também será qualquer análise que venha a sugerir que Tite a essa altura já consertou a seleção brasileira. Mesmo porque os grandes problemas que o futebol brasileiro tem pra resolver não passam exatamente pelo futebol da seleção. Mas o que sem dúvida Tite fez foi resgatar o interesse do torcedor pelo time nacional. Chego a duvidar que algum apaixonado por futebol não mova mundos pra acompanhar esse Brasil e Argentina de hoje a noite. Jogo tão grande que se vencermos nos dará a impressão de que realmente viramos uma página